sexta-feira, 24 de maio de 2013

Caoa fechou compra do BVA (24/05)


http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/2013/05/24/caoa-fechou-compra-do-bva/

Caoa fechou compra do BVA

16:54, 24 DE MAY DE 2013 FELIPE PATURY


O empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, do grupo Caoa, está próximo de anunciar a compra do banco BVA, do qual ele já era acionista. O negócio está fechado e deve ser anunciado entre o final de semana e a terça-feira. Para ser concluído, precisará da aprovação do Banco Central. Os primeiros indícios de fechamento do negócio foram dados ontem, quando o interventor do BVA, Eduardo Bianchini, foi transferido para a liquidação do Banco Cruzeiro do Sul, em substituição de Sérgio Prates.


http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/2013/05/24/caoa-e-plural-injetarao-dinheiro-novo-no-bva/

Caoa e Plural injetarão dinheiro novo no BVA

17:02, 24 DE MAY DE 2013 FELIPE PATURY

O grupo Caoa, do empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, injetará R$ 1 bilhão em dinheiro novo no BVA. O Banco Plural, que o assessorou na transação, se associará a Caoa e também fará um aporte de capital no BVA. A compra foi fechada nesta semana depois que os credores do banco aceitaram um deságio no que tem a receber do BVA. A própria Caoa, que é credora e acionista do BVA, assumiu perda do dinheiro que já estava depositado na instituição, em intervenção desde outubro do ano passado. Um dos últimos problemas a serem resolvidos foi um aluguel de ações, que havia sido feito pelos antigos administradores e precisou ser liquidada para que a venda fosse efetuada.


http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/2013/05/24/bva-ressugira-com-novo-nome/

BVA ressurgirá com novo nome que lembre a trajetória de Caoa

17:15, 24 DE MAY DE 2013 FELIPE PATURY


O BVA ressurgirá com novo nome. Com a compra da instituição pelo empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, do grupo Caoa, que deve ser anunciada até terça-feira, o BVA assumirá um novo nome fantasia. Chegou-se a se pensar, inclusive, no nome Banco Caoa. A ideia foi descartada porque se considerou inconveniente batizar um banco com nome de pessoa. De qualquer forma, a ideia é que o nome do novo BVA remeta à história de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, um médico de Campina Grande (PB)  que fez fortuna com a marca Ford. Montou uma das maiores redes de concessionárias da montadora no Brasil. Representou a Renault no país. Depois, lançou a coreana Hyundai e chegou a construir uma fábrica para montar o utilitário Tucson em Goiás. É ainda representante da japonesa Subaru.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Contagem regressiva no BVA (23/05)

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/119915_CONTAGEM+REGRESSIVA+NO+BVA


Contagem regressiva no BVA

Por Clayton Netz

Na noite desta quinta feira (23), menos de 10 dias depois de haver anunciado que estava desistindo da compra do BVA, atualmente sob intervenção do Banco Central, o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidente do grupo Caoa, vai reunir-se com assessores e executivos das empresas Brasil Plural e Solfin Investimentos, que lhe apresentarão um balanço das negociações realizadas na última semana para salvar a operação.

A reviravolta foi possibilitada pela blitz empreendida  na semana passada pelas duas consultorias junto aos credores mais recalcitrantes do banco. A meta era obter um deságio de 65% sobre R$ 900 milhões aplicados no BVA, o que teria sido praticamente alcançado. Na reunião de hoje à noite os participantes farão um levantamento do total de deságio obtido, bem como avaliarão a qualidade da documentação apresentada pelos credores. Caso esteja tudo nos conformes, é possível que ainda na sexta feira (24), Oliveira Andrade encaminhe ao BC um proposta oficializando a compra do BVA.

BVA: o pulso ainda pulsa - Parte II (23/05)

Segundo notícia do Valor Econômico de hoje, CAOA ainda estaria negociando para comprar o BVA.

Dentre os credores que atrasam a concretização da venda, e podem por tudo a perder, inclusive o próprio dinheiro, estaria um Município.

Trecho da reportagem: "após o anúncio de desistência, parte dos credores que resistiam ao plano do empresário decidiu aderir, diz uma fonte. ´Todo mundo se assustou quando saiu a notícia de que ele tinha desistido´, diz o representante de investidores. ´Se o negócio não for fechado, será uma grande decepção."

terça-feira, 14 de maio de 2013

'Perdi o que havia investido no BVA, agora vou cuidar dos meus outros negócios', diz Caoa



'Perdi o que havia investido no BVA, agora vou cuidar dos meus outros negócios', diz Caoa

Carlos Alberto Andrade era um dos principais credores do banco, com cerca de R$ 600 milhões a receber

Por Cláudio Gradilone

O empresário Carlos Alberto Oliveira Andrade desistiu de tentar encontrar uma solução para o banco BVA, que sofreu intervenção do Banco Central (BC) no dia 19 de outubro do ano passado. Um dos principais credores do banco, com cerca de R$ 600 milhões a receber, Andrade vinha tentando encontrar uma solução de mercado para o banco. No entanto, ele anunciou, na noite da segunda-feira 13, que estava se retirando das negociações. “Reconheço que perdi o que havia investido no banco, já me conformei e agora vou cuidar dos meus outros negócios”, diz Andrade, com exclusividade à DINHEIRO.

Andrade disse que um grupo de cinco credores, com cerca de R$ 250 milhões a receber, não aceitou a proposta de conceder um desconto de 65% na dívida. “Eles teriam de conceder um deságio de R$ 150 milhões, mas permaneceram irredutíveis, e essa atitude prejudicou todos os cerca de 500 credores do BVA”, diz Andrade.

Presidente do Grupo Caoa desiste de comprar banco BVA


Caoa desiste (14/05)

Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o Caoa, anuncia ainda hoje que desistiu de prosseguir na operação de compra do BVA. Com o prazo estipulado pelo Banco Central terminando nesta sexta feira e sem o percentual mínimo de adesão dos atuais credores para a compra, o banco deverá ser liquidado.

Caoa queria recomprar os títulos detidos pelos atuais depositantes do BVA por um desconto de 65% do valor de face. Diz Caoa em comunicado ao mercado:

- Infelizmente não parece haver mais o que eu possa oferecer. Fico chateado e me solidarizo aos demais credores que aceitaram os termos propostos e entenderam ser esta a opção menos prejudicial a todos.

Por Lauro Jardim






Presidente do Grupo Caoa desiste de comprar banco BVA (14/05)

A instituição, que está sob intervenção do BC desde 19 de outubro passado, deve ser liquidada

13/05/13 - 21h18

SÃO PAULO – Sem conseguir a adesão de fundos de investimento a seu plano, o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade anunciou hoje que desistiu de comprar o banco BVA. Com isso, a instituição, que está sob intervenção do Banco Central desde 19 de outubro passado, deve ser liquidada.
Revendedor de veículos das marcas Hyndai, Ford e Subaru, Andrade era o principal interessado no resgate do BVA, onde mantém quase R$ 600 milhões em depósitos que ficaram bloqueados com a intervenção.
O empresário propôs recomprar os títulos detidos pelos atuais depositantes do BVA com um desconto de 65% do valor de face. A proposta precisava ser aceita por detentores de títulos que representassem cerca de 90% do passivo do banco.
Entre os fundos que não aceitaram a proposta, está um que administra uma carteira com um CDB emitido pelo BVA com remuneração bem superior à média do mercado – de cerca de 30% ao ano.
“Infelizmente, não parece haver mais o que eu possa oferecer. Estava disposto a abrir mão de meus créditos, que têm garantias, no intuito de fechar uma renegociação ampla e que permitisse que o banco tivesse uma continuidade. Alguns poucos credores inviabilizaram a recuperação”, disse Andrade em nota.
Na mesma nota, ele afirma que, "segundos fontes", o rombo do BVA "atingia R$ 2,1 bilhões em dezembro e estaria acima de R$ 3 bilhões atualmente". Entre os credores, citou o Fundo Garantidor de Crédito. Andrade diz na nota que o "FGC tem uma exposição de R$ 1,7 bilhão e, com o fracasso das negociações, pode não reaver nem parte desse montante".

sábado, 20 de abril de 2013

Acordo de Caoa com fundo abre caminho para venda do BVA (20/04)



Acordo de Caoa com fundo abre caminho para venda do BVA

Credores aceitam oferta melhorada de Oliveira Andrade e solução para o caso depende agora de poucos investidores

20 de abril de 2013 | 2h 07

LEANDRO MODÉ, ALINE BRONZATI - O Estado de S.Paulo

A assembleia de cotistas de um fundo com títulos do banco BVA terminou ontem com apoio à proposta do empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, controlador do Grupo Caoa. Com isso, a chance de salvamento da instituição, que está sob intervenção do Banco Central (BC) desde 19 de outubro, aumentou substancialmente.

O Estado apurou que o último entrave à compra do banco pelo empresário é a resistência de um grupo de cerca de dez credores à oferta - que prevê o pagamento à vista de 35% do valor depositado e a possibilidade de reaver outros 35%, dependendo da recuperação dos créditos na carteira do BVA. Juntos, esses credores têm cerca de R$ 300 milhões.

"Depende dessas poucas pessoas uma solução menos dolorida para 5 mil investidores", afirmou o negociador de Oliveira Andrade, Eduardo Garcia, lembrando que a alternativa é o recebimento dos valores previstos em lei pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). No caso de pessoas físicas, são R$ 70 mil por CPF. "Se esses credores não aceitarem as condições, o negócio não sai."

Diferentemente da reunião realizada na semana passada, no encontro de ontem o Grupo Caoa propôs pagar até 100% do valor contábil, em vez dos 35% anteriormente sugeridos. Na prática, essa mudança representou uma diferença que pode chegar a R$ 26 milhões, porque o papel em questão é um CDB de R$ 40 milhões.

Oliveira Andrade aceitou pagar à vista 35% do valor e ofereceu aos credores a possibilidade de mais 65%. Para isso, criará um fundo com créditos a receber do BVA. Os credores do fundo em questão terão cotas equivalentes aos 65% remanescentes. Isso não significa que eles receberão todo o valor, porque o pagamento adicional também está condicionado à recuperação dos empréstimos do banco.

O prazo original para a intervenção do BC terminava quinta-feira, mas foi prorrogado por mais três meses a pedido do Grupo Caoa.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Caso BVA mais perto da solução: fundo Drachma aceita receber pagamento em ações (19/04)

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/117312_CASO+BVA+MAIS+PERTO+DA+SOLUCAO+FUNDO+DRACHMA+ACEITA+RECEBER+PAGAMENTO+EM+ACOES


ONLINE | Finanças | 19.ABR.13 - 18:44 | Atualizado em 19.04 - 18:45

Caso BVA mais perto da solução: fundo Drachma aceita receber pagamento em ações

Por Clayton Netz e Cláudio Gradilone

 Uma solução para a crise do banco BVA está mais próxima. No início da noite da sexta-feira 19, um dos principais credores do banco, um fundo gerido pela empresa carioca de gestão de recursos Drachma, concordou com uma proposta de representantes do grupo Caoa, único interessado em comprar o banco. O funda da Drachma era um dos principais credores que precisava assinar o acordo com o Caoa, do empresário Carlos Alberto Oliveira Andrade.

Pelo acordo, o Drachma, que reclama o pagamento de R$ 230 milhões, referentes a investimentos em Certificado de Depósito Bancário (CDB) do BVA, vai receber uma quantia não divulgada em duas maneiras. Cerca de 35% do valor será pago em dinheiro, à vista, e os restantes 65% serão pagos em ações do banco. 

A aceitação do pagamento em ações do banco representa um grande passo para facilitar uma solução para o BVA. Pela proposta inicial, os credores teriam de abrir mão de praticamente 65% do que o banco lhes devia. Mais tarde, a proposta envolveu um pagamento de 35% à vista e outros 35% condicionais à recuperação de créditos do BVA, reduzindo a perda potencial dos credores. 

A proposta aceita nesta sexta-feira indica uma melhora das perspectivas para o banco, e pode estabelecer um padrão para a solução de problemas das pequenas instituições financeiras. Ao aceitar uma parte do negócio em ações, os credores melhoram suas perspectivas de recebimento do que lhes é devido, os bancos continuam funcionando e os recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garantem os empréstimos até R$ 70 mil por CPF permanecem intocados.